Nagoia – A palestra realizada em 8 de novembro no Restaurante Sapucaí reuniu quase 20 pessoas, apesar do número de reservas ter sido bem maior.

Expliquei ao público como superei essa doença chamada depressão que atinge 10% da população e, o pior, 300 mil pessoas se suicidam por ano, segundo dados de outubro da OMS-Organização Mundial da Saúde. Ou seja, a cada 3,5 segundos uma pessoa se suicida em algum lugar do Planeta. 

Esses dados são alarmantes. Nós podemos encorajar uma pessoa próxima a procurar ajuda médica. Como disse na palestra “não importa se a pessoa vai te virar a cara na hora em que sugerir procurar um psiquiatra. Se for amigo de verdade, ele voltará a se relacionar com você. Se a pessoa se for é porque não era amiga”. Muitos de nós não diz nada pelo medo da rejeição ou da reação da pessoa. Entretanto, precisamos alertá-la sim. 

…a cada 3,5 segundos uma pessoa se suicida em algum lugar do Planeta

Contei aos convidados que fiz tratamento com um psiquiatra (depois de passar por vários até encontrar um que tivesse empatia), tomei medicamentos, os quais são muito eficientes. A gente chega a pensar “nossa, aquele mal estar e tristeza profunda foram pra onde?”, depois de 2 semanas de medicação, pelo tamanho bem estar. 

Claro que para deixar os medicamentos de forma segura e, com a devida recomendação médica, é preciso ter atitudes voltadas para o bem estar e para a alegria de viver. 

Na palestra conto como fiz isso introduzindo práticas simples e mudando o estilo de vida. Essas incluem mudança na alimentação, no sono, no cotidiano, na maneira como se pensa e exercícios físicos. 

Depois de experimentar o bem estar a pessoa não quer voltar atrás. Tudo vira um hábito do bem estar e da alegria. E isso é maravilhoso! 

Então, ao contar essas experiências simples, baseadas em leituras e estudos, as pessoas mudam a maneira de encarar a vida. E o melhor, de forma simples. 

Tudo vira um hábito do bem estar e da alegria.

Em breve pretendo disponibilizar toda a palestra em vídeo para atingir um público maior. Sabe por que? Percebi que quem tem depressão ou síndrome do pânico ou transtorno bipolar, só vem se tiver alguém que a encoraje muito. A plateia é constituída basicamente de pessoas que querem ajudar alguém da família ou de círculos próximos. 

O meu alvo é a pessoa com algum tipo de doença de fundo emocional. Então, dessa forma, espero que ela assista, sem ter vergonha de se expor e, quem sabe, possa contribuir para que ela procure ajuda e implemente o programa de bem estar. 

O ideal seria a pessoa vir e conhecer outras para ampliar seu círculo, já que separo um horário para o café com prosa. Assim, as pessoas se conhecem, algumas vem me fazer perguntas e trocamos ideias. 

Isso não será possível numa palestra em vídeo. Entretanto, se dessa forma alcançarei mais pessoas, por que não?

interação entre os convidados na hora do café com prosa
interação entre os convidados na hora do café com prosa

Fotos cedidas: Eli Ivanski e Estela Okada

Palestra sobre bem estar e alegria mesmo para quem tem depressão
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