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Tive que fazer uma transformação na vida e, em especial no estilo de viver, por conta de uma sequência de crises de depressão e síndrome do pânico.
Observo que não pretendo falar sobre as doenças em si. Não coloco o foco nelas por não ser da área médica e também porque não gosto de ficar vendo os “por quês”. Durante anos fiquei me perguntando sobre os “por quês” e eles só me transportavam de volta para a culpa, o medo, o fracasso, o julgamento, o passado que ficou lá atrás… Comecei a trabalhar o “como”, “o que fazer”, “quais caminhos”, para “onde” quero ir… E essa simples mudança de foco começou a dar uma virada positiva, para a atitude, para a pesquisa do que fazer, de como implementar, quais resultados teria e onde queria chegar.
Deixar os “por quês” foi um gatilho que desencadeou força! E entrei no modo #tofelizdavida.

Por isso, por ter superado essas doenças, apesar de estar em constante vigília, penso que posso, humildemente, contribuir através das minhas vivências de superação.

De volta ao bem estar, à alegria de viver e com a gratidão diária, reúno materiais interessantes para reflexões e botar a mão na massa! Alguns desses materiais são de vivências e experiências, e outros adquiridos por leituras, estudos e reflexões. Somos o resultado da nossa alimentação. Somos o que pensamos. Somos o quanto dormimos. Somos o que somos, fazemos e temos.

Essa expressão #tofelizdavida 😉 , gramaticalmente, não faz sentido.
Entretanto, é usada para expressar que algo de muito bom aconteceu ou que está com coração transbordando de alegria. E voltar a ter alegria de viver, de vontade de evoluir e crescer, é uma de nossas missões de vida. Então, vamos evoluir juntos? Vamos assumir o comando das nossas vidas e brilhar no nosso próprio palco?
Anna Shudo, xereta nata, curiosa, investigativa e jornalista pelo exercício da profissão. Tenho outras qualificações profissionais como administradora (UEM-Universidade Estadual de Maringá-PR), formação em coaching pela Coaching Academy de Nagoia, instrutora de Pastel Hope Art, entre outras.
 
Nagoia (Japão) é a cidade que me acolheu e amo, quando vim do Paraná pra cá há quase 3 décadas.
 
Já fui boêmia, yuppie, workaholic, estressada, deprimida, tentei ser lohas, até encontrar uma maneira de viver com um tiquinho a mais de qualidade de vida, mais saúde e, consequentemente, mais alegria, mesmo depois de ter vivenciado irregularidades até chegar aos enta 😆 .
 
Cinquentinha, acho que encontrei como caminhar na estrada do bem estar e isso é maravilhoso! Compartilho aqui minhas vivências na esperança de termos um mundo melhor, com mais qualidade de vida e num ritmo mais lento (slow life).  
Pra que tanta pressa, pra que atropelar o tempo?
Vamos viver o momento presente, ficar no presente e agradecer pelo presente!
Nem por isso, deixaremos de ter sonhos, metas e submetas.
Para chegar lá e alcançar tudo isso é preciso estar no presente.
Isso pode ser obtido de forma simples, com mudança de hábitos que valem a pena.
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